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EU E MINHA ESSÊNCIA

25.07.2020

Até onde somos o que o outro quer que sejamos e não quem nós somos na essência?

 

Gostaria que a nossa atenção fosse dirigida ao fato de que, muitas vezes o que nos define é aquilo que ouvimos do outro sobre nós mesmos e não o que fazemos, falamos ou pensamos. É fato que as relações também nos definem e refletem quem somos, a nossa essência. Mas quanto, de fato, somos totalmente o que o outro diz que somos?

Por exemplo, alguém que convive conosco, seja em casa ou no trabalho, expressou direta ou indiretamente que somos orgulhosos, intolerantes ou qualquer outra coisa com características negativas.

Temos a tendência em reagir de duas formas: ou rebatemos impulsivamente ao que ouvimos, não aceitando o julgamento ou absorvemos e deixamos que tal característica negativa tome forma de verdade em nós, colocando nossa autoestima para baixo.

 

Por outro lado, o que pode piorar tudo é considerar a forma como a outra pessoa fala conosco e aponta alguma limitação nossa. Ela pode querer nos atacar com palavras, dizendo coisas que não fazem parte de nossa personalidade e história, com a motivação de tão somente nos depreciar ou ela pode estar sendo verdadeira em seu apontamento sobre nossas limitações mas pode não saber colocar da forma correta, impedindo assim nosso julgamento correto do que ouvimos.

 

Temos uma história pessoal, uma personalidade, qualidades e limitações que precisam ser superadas ou aceitas. Porém não podemos nunca absorver totalmente e sem nenhum julgamento, a ideia ou conceito do outro sobre nós.

 

De todo o modo, a comunicação ineficaz, o julgamento precipitado, a falta de questionamento sobre os nossos sentimentos e os sentimentos do outro podem causar conflitos nas relações e até uma futura quebra desta.

 

Precisamos pensar se o que ouvimos sobre nós é verdadeiro, sobre quais sentimentos nos afetam do que ouvimos, sobre se a motivação do outro ao nos dizer o que disse foi legítima e positiva e sobre as mudanças a serem feitas em nós, caso sejam necessárias. É importante que julguemos com serenidade os pensamentos e palavras de outros sobre nós.

 

Se tivermos que mudar, mudaremos. Senão, simplesmente coloquemos na prateleira e sigamos o nosso próprio caminho de autoconhecimento, superação e autoaceitação.

Paula C. O. Felisbino

CRP 06/142323

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Paula Cristina de Oliveira Felisbino

Psicóloga Clínica                 CRP 06/142323

Tel: (11) 95965-1677

e-mail: paulaoliverpsico@gmail.com

 

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