CoNfLiToS

Quem não teme discutir esse tema, não é verdade? Nos remete a um desconforto, tensão e por aí vai! A verdade é que os conflitos também tem seu lado bom!!
A palavra conflito vem do latim “conflictus” e significa colisão, choque. Esse choque pode ter acontecido entre duas pessoas, dois grupos, ou no interior de uma mesma pessoa. Podem não necessariamente serem violentos, mas podem se tornar violentos se houver um acúmulo ou se tornarem a se repetir sem serem bem administrados e regulados, gerando tensões e mágoas conflituosas...
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Quem não teme discutir esse tema, não é verdade? Nos remete a um desconforto, tensão e por aí vai! A verdade é que os conflitos também tem seu lado bom!!
A palavra conflito vem do latim “conflictus” e significa colisão, choque. Esse choque pode ter acontecido entre duas pessoas, dois grupos, ou no interior de uma mesma pessoa. Podem não necessariamente serem violentos, mas podem se tornar violentos se houver um acúmulo ou se tornarem a se repetir sem serem bem administrados e regulados, gerando tensões e mágoas conflituosas...
Paula Cristina O. Felisbino
Psicóloga Clínica
CRP 06/142323

15.09.19
ANSIEDADE
A ansiedade, tanto quanto a depressão, têm sido o mal-estar dos dias de hoje, atingindo inúmeras pessoas, desde crianças até idosos.
Mas afinal, o que é ansiedade? Quais são as causas da ansiedade e o que sentem as pessoas ansiosas?
A palavra ansiedade vem do grego “anshein”, que significa “estrangular”, “sufocar”, “oprimir”. Outro termo relacionado a ansiedade, “angústia”, vem do latim “angor” e significa “falta de ar” ou “opressão”. Essas duas palavras latinas derivam da raiz da palavra germânica “angh”, que significa “estritamento” ou “contrição”; termos que ilustram muito bem as sensações de uma pessoa que sofre de ansiedade.
A ansiedade é caracterizada por um estado de humor desconfortável, apreensão negativa em relação ao futuro e inquietação interna desagradável. É um transtorno que atinge de 4,1% a 6,6% da população geral. A diferença entre ansiedade e medo é que o medo possui um objeto específico e a ansiedade está relacionada a emoções não específicas.
É normal sentirmos medo diante de algumas situações, pois o medo faz parte, nos prepara para enfrentar os desafios e nos ajuda a nos adaptarmos as novas realidades da sociedade e do ambiente que mudam constantemente. O novo sempre causará um estresse adaptativo em todos os seres humanos, em maior ou menor grau. O problema se inicia quando esse medo ou apreensão se tornam excessivos e de difícil controle, interferindo de forma significativa no funcionamento social e ocupacional adequado do indivíduo.
As causas da ansiedade podem ser diversas, tais como: traumas, estresses, doenças físicas, genéticas e até a depressão, sendo essa última também considerada uma consequência da ansiedade.
Os sintomas mais comuns da ansiedade, incluindo sintomas físicos são: irritabilidade contínua, preocupações exageradas, pensamentos catastróficos, tensão muscular, tremores, sudorese, palpitações, tonturas, sensação de “cabeça leve”, desconforto epigástrico, cansaço fácil, dificuldade de concentração e insônia.
O tratamento para a ansiedade leve consiste em intervenções psicológicas, sem a necessidade de tratamento medicamentoso concomitante. Por isso é importante se atentar aos sinais que você percebe estar paralisando sua vida, de algum modo, pois, a falta de cuidado com o estado ansioso pode levar a estágios mais graves desse transtorno, sendo necessário, posteriormente, intervenções com psicoterapia e terapia medicamentosa.
É importante dizer que, para muitos de nós, ainda é um tabu e preconceito, procurar a ajuda de um profissional da saúde mental e emocional, para aprendermos a lidar com a ansiedade. E é também importante termos em mente que, procurar por ajuda especializada é, acima de tudo, se colocar em primeiro lugar e buscar mais qualidade de vida.
Se você se identifica com o texto, tem dúvidas sobre o tema ou conhece alguém que passa por essa dificuldade e gostaria de receber ajuda, não hesite em entrar em contato através deste espaço ou através de uma de minhas redes sociais, no final do site.
Cuide-se e viva bem!!
Paula C. O. Felisbino
CRP 06/142323
Refs.: "Psicopatologia e Semiologia dos Transtornos Mentais" - Paulo Dalgalarrondo; Revista "Atlaspsico"
