CoNfLiToS

Quem não teme discutir esse tema, não é verdade? Nos remete a um desconforto, tensão e por aí vai! A verdade é que os conflitos também tem seu lado bom!!
A palavra conflito vem do latim “conflictus” e significa colisão, choque. Esse choque pode ter acontecido entre duas pessoas, dois grupos, ou no interior de uma mesma pessoa. Podem não necessariamente serem violentos, mas podem se tornar violentos se houver um acúmulo ou se tornarem a se repetir sem serem bem administrados e regulados, gerando tensões e mágoas conflituosas...
CoNfLiToS

Quem não teme discutir esse tema, não é verdade? Nos remete a um desconforto, tensão e por aí vai! A verdade é que os conflitos também tem seu lado bom!!
A palavra conflito vem do latim “conflictus” e significa colisão, choque. Esse choque pode ter acontecido entre duas pessoas, dois grupos, ou no interior de uma mesma pessoa. Podem não necessariamente serem violentos, mas podem se tornar violentos se houver um acúmulo ou se tornarem a se repetir sem serem bem administrados e regulados, gerando tensões e mágoas conflituosas...
Paula Cristina O. Felisbino
Psicóloga Clínica
CRP 06/142323

ESTRESSE
22.09.2019
O estresse é uma resposta física do organismo a um estímulo. Como a ansiedade, o estresse também prepara o organismo para uma adequação a um novo ambiente e para situações novas, gerando mecanismos de luta ou fuga, muito necessário inclusive no desenvolvimento de nossa espécie.
Em alguns momentos o estresse pode ser algo positivo, que leva as pessoas a se prepararem melhor para suas atividades e desafios que surgem. Porém, como a ansiedade, o estresse deixa de ser algo natural e positivo quando se caracteriza como excessivo e se mantém por períodos prolongados, trazendo prejuízos à saúde.
O organismo emite alguns sinais de prejuízos em pessoas com um período de estresse prolongado, como: cansaços físicos e mentais constantes, alterações do sono, irritação, dores de cabeça, dores musculares, perda da libido, dores de estômago e até envelhecimento precoce, causado por alterações hormonais.
Algumas situações ambientais também provocam o estresse, como, a pressão no trabalho, o acúmulo de tarefas, doença familiar, luto, desemprego, relacionamentos tóxicos, crises mal administradas, dentre outras. Claro que algumas situações são inevitáveis, mas a diferença se encontra na forma como lidamos com tais situações, para que o estresse não se torne um estado prolongado, trazendo prejuízos emocionais e mentais.
Também é importante prestarmos atenção em alguns hábitos que, aparentemente, possam ser inofensivos mas que, se não forem deixados, podem agravar o estresse e a ansiedade como, por exemplo, pessoas que assumem vários compromissos e que tem dificuldade em delegar suas tarefas. A dificuldade em gerenciar seu tempo e suas tarefas não permite encontrar espaço para cuidar de si e, o mais importante, não permite a expressão das emoções.
Como reduzir o nível de estresse?
É possível reduzir o nível de estresse, para um cuidado maior com nossa saúde, de um modo geral.
De que maneira? Fazendo algumas mudanças internas e externas.
As mudanças internas estão relacionadas com as características de nossa personalidade. Quando a nossa forma de lidar com as coisas é difícil e problemática, algumas dicas podem não ser suficientes, sendo necessário lançar mão da psicoterapia e da ajuda de um psicólogo. Por isso é importante identificarmos os estressores internos.
Já as mudanças externas podem ocorrer ao tomarmos as seguintes atitudes:
- dormir bem;
- boa alimentação;
- evitar substâncias tóxicas como bebidas alcoólicas, café, cigarro e outras drogas;
- atividades físicas;
- cultivar momentos de lazer e relaxamento;
- planejar o dia, fazendo uma tarefa por vez;
- aprender a dizer não;
- praticar a inteligência emocional.
Se você identifica prejuízos em sua saúde de um modo geral, devido a um período de estresse prolongado, procure ajuda de um profissional da saúde para receber os cuidados necessários e ter seu bem-estar reestabelecido.
Cuide de sua saúde mental e emocional, deixando o estresse do lado de fora!
Paula C. O. Felisbino
CRP 06/142323
